domingo, 21 de setembro de 2008

De volta... Ok! Tentando chegar!

Antes de tudo, mil desculpas pelo meu repentino desaparecimento. Entretanto, quem me conhece sabe bem que estava em meio a dois fechamentos seguidos, junto a entrega de seis matérias freelas. Ainda que não acreditem que seja uma boa justificativa, aconselho: acreditem em mim, pois não é nada fácil conseguir pensar e escrever sobre e para coisas tão diferentes. Mas estou de volta e é isso o que importa.

Desta vez, quero falar a respeito de algo que tenho observado com mais seriedade nos últimos dias e, por coincidência, virou notícia também no jornal Folha de São Paulo, deste domingo: o absurdo trânsito da cidade que eu amo tanto.

Segundo o jornal, há "240 mil veículos a mais nas ruas da capital nos últimos seis meses, que se juntaram a uma frota de seis milhões". Ou seja, "o automóvel é cada vez mais protagonista de um pesadelo urbano no qual os paulistanos se vêem mergulhados diariamente. Parado nos congestionamentos -o recorde chegou a 266 km em maio - ou na disputa inglória por uma vaga para estacionar, o carro virou um trambolho que coloca em xeque a própria sobrevivência da metrópole."

E isso fica tão claro diariamente. Veja só: eu moro em Pinheiros, trabalho parte do dia no Itaim, outra parte em casa, mais um pouco em eventos que se espalham em qualquer canto da cidade e, em alguns dias da semana, ainda preciso prestar contas de outros trabalhos em bairros como Casa Verde, Moema, Vila Madalena...

Confesso que já observei as pessoas que estão fazendo uso das bicicletas para transitar por essa nossa Babilônia, mas ainda acredito que os motoristas e motoqueiros não se mostram nada respeitosos com os ciclistas. Isso, para não falar da total falta de estrutura oferecida pelas cidades, como as opções de ciclovias, ou mesmo de normas a serem respeitadas para que a vida dessas pessoas seja protegida.

É gente! Não está fácil não. Ainda amo essa "terra da garoa", mas meu sonho continua sendo "simplismente, um lugar de mato verde, para plantar e para colher. Ter uma casinha branca de varanda, um quintal e uma janela, só para ver o sol nascer". Se acha bobeira minha, goostaria de reforçar que: "Eu quero uma casa no campo (...) Onde possa plantar meus amigos, meus discos, meus livros... E nada mais!"

Um comentário:

Mafra disse...

Ai Faiga, essa cidade está um saco mesmo! A cada dia que passa, masi trânsito, e mais trânsito= mais atraso! Eu que o diga! rsrsrs

Beijos!